domingo, 21 de fevereiro de 2010

hienas com dúvidas...

na sexta-feira, antes de ontem, ia eu muito bem numa rua ali perto da quinta da princesa, quando vi passar uma carrinha azul cheia de hienas. é claro que à sua passagem estiquei logo o dedo (um manguito como eles gostam de lhe chamar (para mim é só um dedo no ar)) de forma a que se visse bem.
atráz vinha outra que, assim que me viu a esticar o dedo à primeira que tinha passado, parou no meio da estrada (a atrapalhar o transito como é típico). abriram a porta e perguntaram pelo dedo, assim num tom ameaçador...
pousei o meu cajado no chão, para que não tivessem desculpa para ficarem nervotico-neuróticos como é típico, e disse-lhes que se estavam com algum problema que me levassem, que iamos lá todos mitrar a tola ao juíz, acrescentei sucintamente que bófias como eles me tinham raptado os filhos...
embucharam, fecharam a carrinha e deram de froques.

gostaria que alguém explicasse às hienazitas, porque eu esqueci-me, que esticar o dedo para uma carrinha da bófia não é nenhuma atenção especial para com eles. se for da câmara, junta ou outro qualquer veículo ou edifício do estado faço mesmo... e escusam os representantes desse cabro inexistente de se fingirem ofendidos, porque não estou esticando o dedo a pessoas, mas antes a edifícios e veículos. para mim os representantes desse antro cabral são apenas mais umas vitimazitas sem vida própria.