quarta-feira, 10 de julho de 2013

de modos que eu até ficava grato ao cabro impostor da minha mãe...

... que parasse de a xular e que a enxotasse lá prós lados do meu pai... que é onde ela devia estar em vez de andar sem-vida a participar activamente no atrofiamento dos meus filhos.... embora não saiba se ele estará interessado... afinal a ela já se andou a desgastar bué lá nos seus tão amados impostores...
fantásticamente, já na terceira idade, após anos e anos a fazer e dizer merda, ainda crê que é alguma espécie de ser imaculado, quando se lhe fazem perguntas que a puxam à responsabilidade cerra a boca, responde com outra pergunta, perde 20 minutos em redundância e fogos de artíficios para que não chegue a responder... nunca a ouvi pedir desculpa a ninguém e sempre que o tentou fazer foi num tom irónico... a sério: é absolutamente "hilariante"... e o mais hilariante é que acha que ninguém nota e que as perguntas fica esquecidas... a sério: o cabro fez dela um cúmulo de arrogância... algo que funciona muito bem para dominar encabrados, como ela mesma, mas pouco afecta as pessoas normais... a tola dela vive no mundo do cabro e seus escravos tele-visados... o que é pena: podia ter-lhe dado para ter família... ao invés de ser a tal feminista xpto toda encabrada que ia ser a tal de mãe-solteira funtástica... e completamente iludida pelo seu cabro de abortos, divorcios e mortos... o tal sr. dr. da solução homicida.

é claro que continuo a achar que não queria outra mãe, a parideira estatal do próximo parece sempre pior e mais afectada que a nossa... o que não quer dizer que se esteja bem.